Governo vai propor Joaquim Borrego para chefe da Força Aérea

O sucessor do general Manuel Rolo é nomeado pelo Presidente da República e o nome é aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros.

O tenente-general Joaquim Borrego, atual comandante operacional da Força Aérea, é o nome escolhido pelo ministro da Defesa para chefiar o ramo nos próximos anos, soube o DN.

Joaquim Borrego vai substituir o general Manuel Rolo como chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA) a 24 de fevereiro, depois de o ministro João Gomes Cravinho ter decidido não reconduzir o atual titular do cargo.

João Gomes Cravinho levou o nome à reunião de Conselho de Ministros desta quinta-feira, cuja aprovação antecede o envio da proposta do Governo ao Presidente da República - a quem cabe nomear os chefes militares.

Joaquim Borrego, 58 anos, torna-se assim o potencial sucessor do almirante Silva Ribeiro no cargo de chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) dada a natureza rotativa do seu titular pelos três ramos.

Este facto explicará a decisão do Governo em não reconduzir Manuel Rolo, pois acabaria o segundo mandato ainda antes de Silva Ribeiro terminar o primeiro.

Nesse cenário e caso o almirante não fosse reconduzido, o novo CEMFA estaria menos de uma semana à frente da Força Aérea.

Exclusivos

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.