Premium Aliança, o partido exigente até com Marcelo

Santana Lopes entregou ontem mais de 12 mil assinaturas no Tribunal Constitucional. O Aliança toma forma para se bater pelos dois dígitos nas eleições. Os temas sociais vão ser a bandeira do novo partido low-cost e high-profile.

A entrega de mais de 12 mil assinaturas ontem no Tribunal Constitucional foi rápida. Após estes primeiros minutos do resto da vida do Aliança, Pedro Santana Lopes saiu para o pátio do Palácio Ratton com umas notas na mão. "Escrevi-as hoje", garantiu aos jornalistas que o esperavam. Mas rapidamente as meteu no bolso. Estava como peixe na água perante as câmaras e gravadores. Falou com entusiasmo de um "um partido de causas", muitas sociais, que quer entrar no campeonato dos maiores e já em todos os atos eleitorais.

"O Aliança nasce para concorrer a todos os atos eleitorais e não para ter um dígito, nasce para ganhar um lugar entre os maiores partidos portugueses, isso exige muito trabalho, falar muito com as pessoas", disse Santana e insistiu: "Agora é trabalhar, trabalhar, trabalhar." Ele vai andar na estrada e tem muita experiência em campanhas eleitorais. Foram sobretudo as corridas em que entrou para as câmaras da Figueira da Foz e de Lisboa que lhe dão agora lastro para este novo desafio.

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