Santana causa "nervoso miudinho" no PSD e CDS

Os dois partidos estão preocupados com a divisão do espaço centro-direita, segundo Marques Mendes. Enquanto António Costa "esfrega as mãos de contente".

Marques Mendes garantiu, no seu habitual comentário na SIC, que PSD e CDS escondem o quanto o novo partido de Pedro Santana Lopes os está a incomodar, porque temem a divisão do seu espaço eleitoral. Ao invés, sublinhou, o PS está satisfeito. "Diria que nunca o PS esteve tão em sintonia com Santana Lopes como agora", afirmou.

O antigo líder do PSD elogiou o nome escolhido por Santana para a nova formação política - Aliança -, que considerou "apelativo". Mas em termos de princípios e ideias orientadoras "é tudo mais do mesmo".

O facto de Santana Lopes ser um "engulho sério" para o PSD contribuiu, a par da divisão interna, para que a rentrée de Rui Rio seja a mais difícil de todas. "Rui Rio tem aqui, talvez, a última grande oportunidade de mobilizar o partido e marcar a agenda política".

O líder do PSD, disse Mendes, tem de fazer um discurso diferente. Se estivesse no lugar de Rui Rio, o antigo líder social-democrata elegia quatro áreas prioritárias: economia, demografia, política fiscal e saúde.

Ler mais

Exclusivos

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.