Primeiro ato de Gomes Cravinho: presidir à abertura das aulas na Academia da Força Aérea

Primeiro dia em funções do ministro da Defesa incluiu também reuniões com os quatro chefes militares.

A abertura solene do ano letivo na Academia da Força Aérea constituiu esta terça-feira o primeiro ato público de João Gomes Cravinho como ministro da Defesa que, em privado, também reuniu com os quatro chefes militares, soube o DN.

"A instituição militar é herdeira de um acervo construído ao longo dos séculos, que tem contribuído e continuará a contribuir para uma parte muito importante da evolução da nossa sociedade", sublinhou João Gomes Cravinho na breve intervenção escrita com que encerrou a cerimónia, em Sintra, e que não divulgada oficialmente à imprensa como em anos anteriores.

"Fiz questão de estar presente neste local" - 24 horas após tomar posse, assinalou - "onde se promove a excelência do ensino porque considero que o ensino, a formação, a investigação, a passagem do conhecimento, devem sempre merecer o apoio incondicional do Ministério da Defesa", disse Gomes Cravinho.

"Pensamento militar, ensino e formação militares, além da especificidade da condição militar que caracteriza a instituição", fazem com que as Forças Armadas tenham "incontornavelmente um lugar na sociedade moderna que não pode ser ocupado por nenhuma outra instituição", realçou o governante.

"É por isso fundamental que as Forças Armadas, através da sua permanente atualização e adequação às realidades [...] possam por via da formação conquistar todo o respeito da sociedade portuguesa que lhes é devido", disse o ministro, perante uma audiência onde estavam antigos chefes e altas patentes da Força Aérea, além de responsáveis do Ministério.

Testemunho do reconhecimento que "o prestígio e a competência" da Força Aérea merecem aos portugueses e ao Governo é "a decisão de atribuir o comando e gestão centralizada dos meios de combate" aos fogos, que começará a fazer-se no início de 2019, destacou Gomes Cravinho.

"A sociedade democrática e pluralista que é a nossa reconhece e valoriza o papel das Forças Armadas", referiu ainda o novo titular da pasta da Defesa.

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