Scarlett criticada por promover refrigerantes israelitas

A atriz tem sido escrutinada na imprensa e nas redes sociais por ter-se tornado na primeira embaixadora mundial de uma marca de refrigerantes israelita que tem uma fábrica na Cisjordânia, território palestiniano.

Após o encerramento do evento desportivo Super Bowl, no dia 2 de fevereiro, vai ser emitido pela primeira vez o novo anúncio publicitário da marca SodaStream, no qual Scarlett Johansson dá a conhecer ao público uma máquina de fazer bebidas com gás em casa.

Criticada por apoiar uma empresa que promove a presença israelita em território da Palestina, a artista justificou ao jornal Huffington Post que nunca tencionou "ser a cara de nenhum movimento, conflito ou divergência social ou política", não deixando, porém, de levar a campanha para a frente.

A New York Magazine chegou mesmo a aplicar o rótulo "bolhas de sangue" à campanha e a intensificar a onda de críticas, mas Johansson manteve-se firme. "Continuo a apoiar a cooperação económica e a interação social entre um Israel e uma Palestina democráticos. A SodaStream é uma empresa que não só luta pelo meio ambiente como pela manutenção da paz entre Israel e a Palestina, ao apoiar vizinhos a trabalhar em conjunto, a receber iguais salários, benefícios e direitos", defendeu.

Outras Notícias

Outros conteúdos GMG