Taxista entrega bengala a António Victorino d'Almeida

O maestro português já pode respirar de alívio. Depois te ter perdido a sua bengala num trajeto de táxi, na quarta-feira, Victorino d'Almeida foi contactado pelo próprio taxista, que a encontrou debaixo do banco.

"Felizmente já a encontrei!", revelou o músico ao nosso jornal, incapaz de disfarçar a alegria que sente. "Foi o motorista que ma devolveu. Ela tinha sido esquecida no táxi e escorregou para debaixo do banco. Só quando ele foi limpar o carro, ontem, é que a viu e telefonou para a companhia de táxis, que depois me ligou para casa a avisar. Eu e as minhas filhas fomos logo lá ter. Foi um susto horrível!", sublinhou.

A ocasião, frisa o pianista, até terá direito a celebração: "Ficámos amigos [António e o taxista] e vamos jantar todos juntos", conta, entusiasmado.

Relembre-se que a bengala é usada por Victorino d'Almeida há 45 anos, tendo-lhe sido oferecida pelo pai. Garante o maestro que a sua companheira não regressou com nenhum dano, tirando aqueles que já a caracterizam e que a tornam especial: "Já está um pouco esburacada, mas ela é mesmo assim", assinala, entre risos.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.