Robbie Williams assume que fuma cannabis "para relaxar"

O antigo membro dos Take That confidenciou a um jornal britânico que consome ocasionalmente cannabis, mas garante que o nascimento da filha tornou-o menos imprudente.

Há longos anos que Robbie Williams deixou as clínicas de reabilitação mas, revelou recentemente ao jornal The Mirror, ainda continua a fumar cannabis para relaxar. "Bebi pela última vez há 13 anos, mas a última vez que fiquei pedrado foi há dois dias", confidenciou à mesma publicação.

Insistindo que nunca fica fora de controlo, agora que tem a responsabilidade de cuidar da pequena Theodora Rose, fruto do seu relacionamento com a atriz Ayda Field,o cantor diz que não faz "grandes sessões de droga, apenas uma pequena porção para relaxar". "Desde o nascimento da Theo que me tornei menos imprudente", garante ainda.

Williams, de 40 anos, esteve internado em várias clínicas de reabilitação ao longo dos seus anos de carreira, sendo que um dos internamentos mais comentados foi em 2007, quando o cantor foi tratado pela sua adição a medicamentos como Xanax, Serotax e Vicodin, e a bebida energética Lucozade.

A dependência de drogas terá sido, inclusivamente, um dos motivos que levou o cantor a abandonar a aclamada banda britânica.

Recorde-se que Robbie Williams causou polémica, este ano, após ter verbalizado a sua intenção de comprar drogas à sua filha, caso esta quisesse consumir drogas quando crescesse, de forma que Theodore Rose aproveitasse "as melhores drogas".

Exclusivos

Premium

história

A América foi fundada também por angolanos

Faz hoje, 25 de agosto, exatos 400 anos que desembarcaram na América os primeiros negros. Eram angolanos os primeiros 20 africanos a chegar à América - a Jamestown, colónia inglesa acabada se ser fundada no que viria a ser o estado da Virgínia. O jornal The New York Times tem vindo a publicar uma série de peças jornalísticas, inseridas no Project 1619, dedicadas ao legado da escravatura nos Estados Unidos. Os 20 angolanos de Jamestown vinham num navio negreiro espanhol, a caminho das minas de prata do México; o barco foi apresado por piratas ingleses e levados para a nova Jamestown. O destino dos angolanos acabou por ser igual ao de muitos colonos ingleses: primeiro obrigados a trabalhar como contratados e, ao fim de alguns anos, livres e, por vezes, donos de plantações. Passados sete anos, em 1626, chegaram os primeiros 11 negros a Nova Iorque (então, Nova Amesterdão) - também eram angolanos. O Jornal de Angola publicou ontem um longo dossiê sobre estes acontecimentos que, a partir de uma das maiores tragédias da História moderna, a escravatura, acabaram por juntar o destino de dois países, Angola e Estados Unidos, de dois continentes distantes.

Premium

história

A América foi fundada também por angolanos

Faz amanhã, 25 de agosto, exatos 400 anos que desembarcaram na América os primeiros negros. Eram angolanos os primeiros 20 africanos a chegar à América - a Jamestown, colónia inglesa acabada se ser fundada no que viria a ser o estado da Virgínia. O jornal The New York Times tem vindo a publicar uma série de peças jornalísticas, inseridas no Project 1619, dedicadas ao legado da escravatura nos Estados Unidos. Os 20 angolanos de Jamestown vinham num navio negreiro espanhol, a caminho das minas de prata do México; o barco foi apresado por piratas ingleses e levados para a nova Jamestown. O destino dos angolanos acabou por ser igual ao de muitos colonos ingleses: primeiro obrigados a trabalhar como contratados e, ao fim de alguns anos, livres e, por vezes, donos de plantações. Passados sete anos, em 1626, chegaram os primeiros 11 negros a Nova Iorque (então, Nova Amesterdão) - também eram angolanos. O Jornal de Angola publicou ontem um longo dossiê sobre estes acontecimentos que, a partir de uma das maiores tragédias da História moderna, a escravatura, acabaram por juntar o destino de dois países, Angola e Estados Unidos, de dois continentes distantes.