Morte de Joan Rivers vai permanecer um mistério

A filha da comediante pediu para que não fosse realizada a autópsia. As autoridades têm que respeitar esta vontade já que não há suspeita de crime.

O site TMZ avançou que o alegado resultado da autópsia a Joan Rivers, que morreu dia 4 de setembro, divulgado na passada semana não corresponde à verdade. O Hollywood Report publicou que a equipa de médicos legistas haviam concluído que a apresentadora e comediante morrera devido à falta de oxigénio no cérebro decorrente de complicações durante a cirurgia a que foi sujeita às cordas vocais.

Agora, o site TMZ vem esclarecer que é na declaração de óbito de Joan Rivers que está inscrita a "privação de oxigénio seguida de dano cerebral irreversível" e não como resultado de uma autópsia.

Sem a autópsia não se poderá apurar se a paragem respiratória foi decorrente de um erro médico durante a cirurgia. Contudo, Melissa Rivers, filha de Joan, não deu autorização para que o corpo da mãe fosse autopsiado, vontade que foi respeitada já que as autorizadades só poderão ir contra a vontade da família em caso de suspeita de crime.

Contudo, a equipa médica que assistiu Joan Rivers está a ser alvo de uma investigação que pretende determinar se existiu alguma falha durante os procedimentos clínicos.

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Henrique Burnay

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Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.