Mariana Monteiro recarrega baterias no Algarve

Acabadas as gravações de 'Destinos Cruzados', a atriz tem aproveitado alguns dias de férias para passear e bronzear-se nas praias algarvias

Para manter o contacto com os fãs durante a sua pausa dos ecrãs, Mariana Monteiro tem partilhado fotografias das suas experiências de verão nas redes sociais.

A mais recente, publicada ontem, mostra a jovem em pose descontraída na praia, com óculos de sol e com um biquini vermelho. "Amanhã [hoje] já é sexta-feira, yeahh :))) Para quem está de férias, como eu, não faz grande diferença eu sei, mas vá... temos que pensar em toda a gente, por isso viva a sexta feira!!!", escreveu, para acompanhar a imagem.

Recorde que Mariana e João Mota também partilharam uma foto que tiraram enquanto assistiam, juntos, ao concerto do Ne-Yo, que decorreu no passado domingo.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?