Casal já falava em divórcio há um mês

Manuel Maria Carrilho garante ao nosso jornal que "a Bárbara já tinha falado de divórcio por duas vezes, mas eram aquelas conversas entre casais".

O ex ministro da Cultura avança que "estávamos a falar com calma e eu disse-lhe 'se avançarmos, teremos de fazer contas, ver a questão dos filhos...', mas não foi nada de mais, foi só uma conversa".

Parco em palavras, a pedido dos seus representantes legais, Manuel Maria Carrilho confirmou apenas que ainda não teve acesso aos filhos que, garante, ainda não conseguiu ver desde o dia 15, data em que viajou para Paris.

Bárbara Guimarães quebrou o silêncio à revista Caras apenas para dizer que "o meu silêncio em público prende-se única e exclusivamente com a vontade que mantenho em proteger os meus filhos".

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Nesta semana, os portugueses, a ciência política em geral, e até o mundo no global, foram presenteados com duas ideias revolucionárias. A primeira, da lavra de Rui Rio, foi a de que o número de deputados do Parlamento fosse móvel tendo em conta os votos brancos e nulos. Mais brancos e nulos, menos deputados, uma versão estica-encolhe do método de Hondt. É a mesma ideia dos lugares vazios para brancos e nulos, que alguns populistas defendem para a abstenção. Mas são lugares vazios na mesma, medida em que, vingando a ideia, havia menos pessoas na sala, a não ser que se fizesse no hemiciclo o que se está a fazer com as cadeiras dos comboios da ponte, ou então que nestes anos com mais brancos e nulos, portanto menos deputados, se passasse a reunir na sala do Senado, que é mais pequenina, mais maneirinha. A ideia é absurda. Mas a esquerda não quis ficar para trás neste concurso de ideias eleitorais e, pela voz do presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, chega-nos a ideia de incentivar votos com dinheiro.