Bradley Cooper é o novo amor de Irina Shayk

Há fotografias dos dois a caminha abraçados pelas ruas de Nova Iorque após terem assistido a um filme na Broadway.

A bela manequim russa, de 29 anos, e o galã de cinema norte-americano, de 40, parecem ser o mais surpreendente novo casal desta primavera. E a revista Hola! desta semana tem fotos que o comprovam.

Na edição da revista espanhola que estará hoje nas bancas, Irina Shayk e Bradley Cooper surgem a caminhar abraçados num passeio pelas ruas de Nova Iorque, depois de terem assistido ao filme Finding Neverland, na Broadway, no passado dia 22 de abril - confirmando assim aquilo que já havia sido noticiado pelo Page Six, suplemento do NY Post.

Três dias depois, embora estrategicamente sentados longe um do outro, a ex do futebolista Cristiano Ronaldo (desde o início do ano) e o ex da atriz Suki Waterhouse (desde final de Março) deram novamente nas vistas no jantar de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, trocando olhares cúmplices. Os dois seguiram depois para uma festa na residência do embaixador francês, onde passaram o resto da noite em conversa animada. Os dois ter-se-ão conhecido através de amigos comuns.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

"Orrrderrr!", começou a campanha europeia

Através do YouTube, faz grande sucesso entre nós um florilégio de gritos de John Bercow - vocês sabem, o speaker do Parlamento britânico. O grito dele é só um, em crescendo, "order, orrderr, ORRRDERRR!", e essa palavra quer dizer o que parece. Aquele "ordem!" proclamada pelo presidente da Câmara dos Comuns demonstra a falta de autoridade de toda a gente vulgar que hoje se senta no Parlamento que iniciou a democracia na velha Europa. Ora, se o grito de Bercow diz muito mais do que parece, o nosso interesse por ele, através do YouTube, diz mais de nós do que de Bercow. E, acreditem, tudo isto tem que ver com a nossa vida, até com a vidinha, e com o mundo em que vivemos.

Premium

Marisa Matias

Mulheres

Nesta semana, um país inteiro juntou-se solidariamente às mulheres andaluzas. Falo do nosso país vizinho, como é óbvio. A chegada ao poder do partido Vox foi a legitimação de um discurso e de uma postura sexistas que julgávamos já eliminadas aqui por estes lados. Pois não é assim. Se durante algumas décadas assistimos ao reforço dos direitos das mulheres, nos últimos anos, a ascensão de forças políticas conservadoras e sexistas mostrou o quão rápida pode ser a destruição de direitos que levaram anos a construir. Na Hungria, as autoridades acham que o lugar da mulher é em casa, na Polónia não podem vestir de preto para não serem confundidas com gente que acha que tem direitos, em Espanha passaram a categoria de segunda na Andaluzia. Os exemplos podiam ser mais extensos, os tempos que vivemos são estes. Mas há sempre quem não desista, e onde se escreve retrocesso nas instituições, soma-se resistência nas ruas.

Premium

Maria Antónia de Almeida Santos

Ser ou não ser, eis a questão

De facto, desde o famoso "to be, or not to be" de Shakespeare que não se assistia a tão intenso dilema britânico. A confirmação do desacordo do Brexit e o chumbo da moção de censura a May agudizaram a imprevisibilidade do modo como o Reino Unido acordará desse mesmo desacordo. Uma das causas do Brexit terá sido certamente a corrente nacionalista, de base populista, com a qual a Europa em geral se debate. Mas não é a única causa. Como deverá a restante Europa reagir? Em primeiro lugar, com calma e serenidade. Em seguida, com muita atenção, pois invariavelmente o único ganho do erro resulta do que aprendemos com o mesmo. Imperativo é também que aprendamos a aprender em conjunto.