Bradley Cooper é o novo amor de Irina Shayk

Há fotografias dos dois a caminha abraçados pelas ruas de Nova Iorque após terem assistido a um filme na Broadway.

A bela manequim russa, de 29 anos, e o galã de cinema norte-americano, de 40, parecem ser o mais surpreendente novo casal desta primavera. E a revista Hola! desta semana tem fotos que o comprovam.

Na edição da revista espanhola que estará hoje nas bancas, Irina Shayk e Bradley Cooper surgem a caminhar abraçados num passeio pelas ruas de Nova Iorque, depois de terem assistido ao filme Finding Neverland, na Broadway, no passado dia 22 de abril - confirmando assim aquilo que já havia sido noticiado pelo Page Six, suplemento do NY Post.

Três dias depois, embora estrategicamente sentados longe um do outro, a ex do futebolista Cristiano Ronaldo (desde o início do ano) e o ex da atriz Suki Waterhouse (desde final de Março) deram novamente nas vistas no jantar de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, trocando olhares cúmplices. Os dois seguiram depois para uma festa na residência do embaixador francês, onde passaram o resto da noite em conversa animada. Os dois ter-se-ão conhecido através de amigos comuns.

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).

Premium

Crónica de Televisão

Os índices dos níveis da cadência da normalidade

À medida que o primeiro dia da crise energética se aproximava, várias dúvidas assaltavam o espírito de todos os portugueses. Os canais de notícias continuariam a ter meios para fazer directos em estações de serviço semidesertas? Os circuitos de distribuição de vox pop seriam afectados? A língua portuguesa resistiria ao ataque concertado de dezenas de repórteres exaustos - a misturar metáforas, mutilar lugares-comuns ou a começar cada frase com a palavra "efectivamente"?