Bárbara Guimarães mostra o seu lado irreverente

Apresentadora da SIC surge a fumar num retrato a preto e branco da autoria do fotógrafo Carlos Ramos e que está incluído no livro 'Carlos Ramos: 2013-Personal Works', com a chancela da editora Amieira Livros.

"É um fotógrafo extraordinário, com uma grande sensibilidade. As suas imagens são surpreendentes, contêm poesia". É com estas palavras que Bárbara Guimarães descreve o fotógrafo Carlos Ramos, autor do livro Carlos Ramos: 2013-Personal Works, que será colocado à venda esta semana e que inclui retratos a preto e branco de várias celebridades.

Foi há já duas décadas que Bárbara Guimarães privou pela primeira vez com o fotógrafo que considera ser "um dos melhores" na área da moda. "Além da relação profissional existe a relação de amizade, o que faz com que seja mais fácil captar momentos de naturalidade. Ele é muito especial", diz a apresentadora.

Já Carlos Ramos conta que a fotografia tirada a Bárbara Guimarães, onde surge a fumar um cigarro, aconteceu no intervalo de uma sessão fotográfica. "Ela pegou num cigarro e perguntei se podia fotografá-la naquele momento. E ela deixou", revela.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Falem do futuro

O euro, o Erasmus, a paz. De cada vez que alguém quer defender a importância da Europa, aparece esta trilogia. Poder atravessar a fronteira sem trocar de moeda, ter a oportunidade de passar seis meses a estudar no estrangeiro (há muito que já não é só na União Europeia) e - para os que ainda se lembram de que houve guerras - a memória de que vivemos o mais longo período sem conflitos no continente europeu. Normalmente dizem isto e esperam que seja suficiente para que a plateia reconheça a maravilha da construção europeia e, caso não esteja já convertida, se renda ao projeto europeu. Se estes argumentos não chegam, conforme o país, invocam os fundos europeus e as autoestradas, a expansão do mercado interno ou a democracia. E pronto, já está.