Maria Rueff estreia peça e recorda irmão falecido

Em noite de estreia, a actriz falou da morte e relembrou o irmão João Carlos, que morreu o ano passado vítima de um ataque cardíaco

Protagonista da peça de teatro A Paixão de São Julião Hospitaleiro, Maria Rueff subiu ontem ao palco do teatro São Luiz, em Lisboa, para dar voz a uma personagem dramática. Na noite de regresso aos palcos nacionais, a actriz, que actuou diante de uma sala cheia, confessou que este era um "papel pesado" que a faz sentir saudades dos pais falecidos e, em especial, do irmão João Carlos que morreu aos 54 anos, em Maio do ano passado, vítima de ataque cardíaco. "Este espectáculo é muito difícil tecnicamente e emocionalmente. É pesado... Faz-me lembrar as pessoas que partiram e que já não estão aqui. Lembro-me do meu pai, da minha mãe e do meu irmão João que faleceu", disse Maria Rueff ao DN.

Maria do Céu, irmã da artista, testemunou de perto a emoção de Maria Rueff sentida, aliás, ao longo do período de construção da personagem. "A Maria sentiu muito a morte do nosso irmão João. Ele faleceu em Maio, foi há muito pouco tempo, ainda nem fez um ano. Tinha 54 anos. Este texto tocou-a muito por isso, é um texto que fala muito sobre a morte", afirmou a familiar. "Os nossos pais morreram e ele era a figura titular, que fazia a união de todos. Era o único rapaz. Ela tinha uma ligação muito especial com ele", acrescentou ainda Maria do Céu.

Na sala de espectáculos, Maria Rueff, de 38 anos, contou com apoio de diversas individualidades do mundo da moda, do espectáculo e da televisão.  Bruno Nogueira não poupou elogios à namorada: "A Maria é uma mulher que admiro. É preciso muita coragem e muito talento para se desconstruir a imagem que se tem e arriscar-se num registo que o público não está habituado. A Maria tem obviamente talento para isso e para muito mais.



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