Lady Amélia. "A mais bonita da família real britânica"

Aos 20 anos, a 36ª na sucessão ao trono é a primeira aristocrata em oito anos a surgir na capa da "Tatler"

A revista Tatler apelida-a de "o mais belo elemento da família real". Uma afirmação ousada, uma vez que Kate Middleton é, consensualmente, considerada a mais bela cabeça coroada de Inglaterra. Aos 20 anos, Lady Amelia Windsor faz o seu debute mediático a rigor, usando um vestido Erdem (a griffe favorita da duquesa de Cambridge) com um decote provocante.

A publicação, que tem 105 anos, é uma revista cor-de-rosa diferente das que se encontram na maioria dos países. Nas páginas da Tatler não são publicadas necessariamente celebridades, mas sim figuras ilustres da monarquia e aristocracia, bem como personalidades ligadas à alta finança, artes e outros negócios. A designada "alta sociedade", à qual Lady Windsor pertence.

Amelia é neta do príncipe Eduardo, sobrinho da rainha Isabel II. Os seus pais, George Windsor e Sylvana Tomaselli, têm mais dois filhos, Marina, de 23 anos e Edward, de 27. Lady Windsor é também é a primeira figura da realeza britânica a surgir na capa da revista britânica no espaço de oito anos. A última foi a princesa Eugenie, filha do príncipe André e de Sarah Ferguson, por ocasião do seu 18º aniversário. A jovem estudante da Universiade de Edimburgo é a 36ª na linha de sucessão ao trono britânico. E, embora as possibilidades de vir a tornar-se rainha sejam mais do que remotas, Amelia não deixa de pertencer à aristrocracia britânica.... embora, nas redes sociais, demonstre ser uma jovem como outra qualquer.

Amelia não se priva de partilhar imagens do seu dia-a-dia, seja a fumar cigarros na banheira, seja a beber cocktails em locais da moda. Lady Amelia Windsor é também fã de festivais de música, como se pode comprovar pelos vários registos fotográficos partilhados no Instagram, captados no Glastonbury Festival. Passeios para fazer compras em Paris, férias em iates e festas na companhia de amigos fazem também parte da rotina diária da jovem aristocrata.

Candidata a ser uma das próximas it girls (e aparecer nas primeiras filas dos desfiles das semanas da moda de Paris, Londres e Nova Iorque), Amelia não é um a mera socialite. Descrita por colegas como "muito tranquila", a jovem aristocrata é apaixonada por Latim, língua que estudou para os exames de admissão ao ensino superior. Leitora ávida, está atualmente a estudar Francês e Italiano na Universidade de Edimburgo, ainda não tendo decidido, contudo, que major vai seguir. A jovem estudou num colégio interno católico, o St. Mary"s Ascot, em Berkshire, o qual também foi frequentado por Carolina do Mónaco. As propinas na prestigiada instituição de ensino privado ascendem aos 43 900 euros anuais.

Fascinada por moda, Lady Amelia Windsor confessou em 2010, em declarações à Tatler, que a sua peça favorita de roupa é um macacão herdado da mãe. "Era dela quando era mais nova e, para ser totalmente honesta, é o macacão mais confortável que alguma vez vesti". Uma das suas maiores inspirações, no que toca a estilo, foi, conta fonte próxima de Amelia ao Daily Mail, a sua bisavó, a princesa Marina de Kent. A aristocrata, que morreu em 1968, era tão conhecida pelas suas indumentárias exuberantes que chegou a inspirar a música dos The Kinks, She"s Bought A Hat Like Princess Marina.

Esta não é a primeira vez que Amelia, resguardada dos olhares públicos e da atenção mediática até há pouco tempo, chama a atenção pela sua beleza em estilo. Em 2013, fez parte de um grupo restrito de 20 jovens eleitas para serem apresentadas à sociedade no no Bal des Débutants, em Paris e deslumbrou numa criação Elie Saab. Na altura, a jovem tinha acabado de fazer um estágio na Chanel, experiência que classificou como "uma das melhores" que já tinha vivido.

Pai abdicou após casamento

Em 1988, George Windsor casava-se com Sylvana Tomaselli, canadiana, natural da Terra Nova, professora universitária... e católica. Na altura, o Earl of St. Andrews (título nobiliárquico do pai de Lady Amelia Windsor) abdicou da sua posição na linha de sucessão ao trono britânico porque, à época, as leis determinavam que Sylvana teria de converter-se à religião anglicana para que o marido não perdesse os direitos sucessórios. Só quando a reforma do Acto de Sucessão de 2013 entrou em efeito, em março do ano passado, é que George Windsor voltou a ter o seu lugar na linha de sucessão ao trono.

A religião tem tido um papel preponderante na família de Amelia. Os seus irmãos mais velhos, Edward (um dos 17 afilhados da princesa Diana) e Marina, converteram-se à religião católica,o que fez com que ficassem automaticamente excluídos da linha de sucessão. A benjamim da família mantém, no entanto, a 36ª posição.

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