Realiza-se hoje a autópsia ao ator Cory Monteith

As autoridades canadianas informaram que vão hoje realizar uma autópsia ao corpo de Cory Monteith, para descobrir as causas de morte do ator da série televisiva "Glee", encontrado morto no seu quarto de hotel na cidade de Vancouver, no sábado.

Cory Monteith, que dava vida ao estudante Finn Hudson na comédia musical "Glee", tinha decidido em abril internar-se de forma voluntária num centro de reabilitação para tratar a sua dependência de estupefacientes.

Foi a segunda vez que o ator de 31 anos ingressou numa instituição para combater a toxicodependência. A primeira vez aconteceu quando Cory Monteith tinha 19 anos.

Foi então que, graças a Maureen Webb, fundadora da organização não-governamental Project Limelight, que oferece programas a jovens em risco, Cory Monteith decidiu ter aulas de representação.

Monteith nasceu na cidade de Calgary, mas cresceu na localidade de Victoria, na Colúmbia Britânica.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.