Quem é a primeira-dama? Melania esclarece Ivana Trump

Primeira mulher do presidente disse que é a primeira-dama e Melania respondeu

Melania Trump respondeu esta segunda-feira às declarações de Ivana Trump, a primeira mulher do presidente dos Estados Unidos que disse numa entrevista que se considera a "primeira-dama". A porta-voz da Melania descreveu estas declarações como "ruído" para "chamar a atenção".

Ivana lançou esta terça-feira um livro sobre a sua vida, o casamento com Donald Trump e o divórcio, e disse numa entrevista à ABC News que ainda mantém contacto regular com o presidente. "Tenho o número [de telefone] direto para a Casa Branca, mas não quero ligar para ele porque a Melania está lá e não quero provocar ciúmes ou algo assim porque eu sou basicamente a primeira mulher de Trump, ok? Eu sou a Primeira-dama, ok?", disse Ivana à ABC News.

Não quero ligar para ele porque a Melania está lá e não quero provocar ciúmes

Não ficou sem resposta: a porta-voz de Melania Trump, Stephanie Grisham, enviou um comunicado à CNN. "A senhora Trump fez da Casa Branca um lar para Barron e o presidente. Ela adora morar em Washington DC e está honrada com o seu papel como primeira-dama dos Estados Unidos", disse Grisham.

"Ela tem a intenção de usar o seu título e papel para ajudar crianças, não para vender livros. Claramente não há fundamento algum nesta declaração de uma ex. Isto é lamentavelmente ruído para chamar a atenção e agradar a si mesma", continuava ao comunicado.

Ela tem a intenção de usar o seu título e papel para ajudar crianças, não para vender livros

No livro Raising Trump, Ivana fala do divórcio com Donald em 1992, culpa Marla Maples pela separação e diz que a atriz seduziu o marido. Ivana garante também que se dá bem com Melania por motivos óbvios. "Uma é ninguém e a outra é a primeira-dama", afirmou Ivana numa entrevista à CBS.

Melania e Donald Trump têm um filho de 11 anos, Barron Trump, e Ivana Trump, que foi casada com Donald entre 1977 e 1992, é mãe de Donald Jr., Ivanka e Eric.

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.