Obama faz beatbox para rapper vietnamita

Depois de fazer 'beatbox', o presidente acabou por dar o exemplo do rap para dizer que os países têm de deixar as pessoas expressar-se

O presidente norte-americano Barack Obama falou esta quarta-feira sobre a importância de "não suprimir as artes", em resposta à pergunta de uma jovem rapper vietnamita. Antes, no entanto, encorajou a jovem a cantar e até deu o tom, fazendo beatbox.

A pergunta chegou no final de uma reunião em Ho Chi Minh, antiga Saigão. Um jovem, que se identificou com sendo rapper, começou por explicar que os artistas têm muito para dizer e perguntou a Obama "quão importante é para um país ajudar e promover as artes e cultura" para o futuro. Antes de responder, o presidente dos EUA incentivou-a a mostrar o seu talento e Suboi acabou por fazer-lhe a vontade.

Só depois veio a resposta: "Vamos ser honestos. Às vezes a arte é perigosa. E é por isso que os governos às vezes ficam nervosos, por causa da arte. Mas acredito mesmo que se tentarmos suprimir as artes, estamos a suprimir os mais profundos sonhos e aspirações das pessoas".

Obama acabou por dar o exemplo do rap para dizer que os países têm de deixar as pessoas expressar-se, reforçando uma ideia que tinha defendido num discurso no dia anterior, em que disse que a liberdade de expressão é importante. "Quando os candidatos se podem apresentar livremente às eleições, isso torna o país mais estável porque os cidadãos sabem que as suas vozes contam", afirmou num discurso em Hanói transmitido em direto na televisão.

O Presidente dos EUA termina a visita ao Vietname esta quarta-feira, com a inauguração de uma universidade norte-americana

com Lusa

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).