O momento viral entre Emma Watson e uma jornalista espanhola

Emma Watson interrompeu uma entrevista para limpar o rosto de uma jornalista espanhola, que estava manchado com tinta de caneta. "Tu farias isto por mim", disse a atriz de "A Bela e o Monstro"

A cena passou-se durante uma entrevista a Emma Watson e ao seu parceiro no filme A Bela e o Monstro, Dan Stevens, para a plataforma espanhola Movistar+. A dada altura, a atriz interrompe, educadamente, a conversa, para se dirigir à jornalista, como mostra um vídeo que se está a tornar viral nas redes sociais.

"Desculpa, posso só interromper por um minuto? Tu farias isto por mim e eu faço por ti. Tens tinta de caneta no queixo", notou Watson. Depois, levantou-se, aproximou-se da repórter espanhola e, gentilmente, com a ponta do dedo, tentou retirar a mancha da pele. Incrédula, a jornalista acabou por deixar escapar: "Isto é entusiasmante".

Quando finalmente se livrou da tinta, Emma pediu à responsável de maquilhagem para entrar em cena e dar um último retoque à pele da jovem, que se confessou "envergonhada". E depois de cair em si, acabou por admitir: "Esta é a melhor parte de toda a viagem!".

O "remake" de A Bela e o Monstro chega às salas de cinema portuguesas a 16 de março.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

Legalização da canábis, um debate sóbrio 

O debate público em Portugal sobre a legalização da canábis é frequentemente tratado com displicência. Uns arrumam rapidamente o assunto como irrelevante; outros acusam os proponentes de usarem o tema como mera bandeira política. Tais atitudes fazem pouco sentido, por dois motivos. Primeiro, a discussão sobre o enquadramento legal da canábis está hoje em curso em vários pontos do mundo, não faltando bons motivos para tal. Segundo, Portugal tem bons motivos e está em boas condições para fazer esse caminho. Resta saber se há vontade.

Premium

nuno camarneiro

É Natal, é Natal

A criança puxa a mãe pela manga na direcção do corredor dos brinquedos. - Olha, mamã! Anda por aqui, anda! A mãe resiste. - Primeiro vamos ao pão, depois logo se vê... - Mas, oh, mamã! A senhora veste roupas cansadas e sapatos com gelhas e calos, as mãos são de empregada de limpeza ou operária, o rosto é um retrato de tristeza. Olho para o cesto das compras e vejo latas de atum, um quilo de arroz e dois pacotes de leite, tudo de marca branca. A menina deixa-se levar contrariada, os olhos fixados nas cores e nos brilhos que se afastam. - Depois vamos, não vamos, mamã? - Depois logo se vê, filhinha, depois logo se vê...