Natalie Portman mostra a barriga de grávida na "Vanity Fair"

A atriz de "Jackie" imita a pose de Demi Moore, também fotografada por Annie Leibovitz para a revista.

A atriz Natalie Portman, de 35 anos, está nomeada para o Óscar de Melhor atriz pela sua participação em Jackie e é uma das atrizes que aparece na capa do próximo número da Vanity Fair, hoje divulgada. Esta é a segunda vez que a revista põe na capa do número dedicado a Hollywood algumas das mulheres mais poderosas e talentosas do ano cinematográfico, entre as quais estão três atrizes nomeadas aos Óscares deste ano: Natalie Portman, Emma Stone e Ruth Negga. Também lá estão Lupita Nyong'o, Amy Adams, Elle Fanning, Dakota Fanning, Dakota Johnson, Greta Gerwig, Aja Naomi King e Janelle Monae. Todas fotografadas por Annie Leibovitz.

Nas páginas interiores, cada atriz tem o seu portfólio. E Natalie Portman, que no seu mais recente filme interpreta o papel da primeira dama Jackie Kenney, aparece aqui apenas coberta com um lençol de seda branca, mostrando a barriga da sua gravidez, numa homenagem à famosa fotografia de Demi Moore que foi capa da Vanity Fair em Agosto de 1991. Ambas as fotografias têm a assinatura de Annie Leibovitz.

Demir Moore, grávida, na capa da Vanity Fair em agosto de 1991

"Apesar de a referência ser clara, o momento é apenas de Portman", escreve a Vanity Fair na apresentação do portfólio. Natalie Portman está grávida do seu segundo filho, fruto do relacionamento com o fotógrafo Benjamin Millepied. O casal tem já um filho, Aleph, de cinco anos.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?