Marcelo apoia novo projeto digital de Fátima Lopes

Fátima Lopes lançou esta quarta-feira o seu novo site "Simply Flow", que reúne dicas, testemunhos e conselhos sobre saúde e bem-estar. Marcelo Rebelo de Sousa apoiou o projeto com uma mensagem em vídeo

Fátima Lopes lançou esta quarta-feira o seu novo projeto digital Simply Flow, um site com dicas e conselhos na área da saúde e bem-estar, que contará com testemunhos da própria apresentadora da TVI e de 10 especialistas, numa primeira fase, em áreas como nutrição, medicina geral e familiar, yoga, desenvolvimento espiritual, osteopatia, quiroprática ou psicologia.

O lançamento, que decorreu em Monsanto, contou com a presença de colegas e amigos como Manuel Luís Goucha, Cristina Ferreira, José Alberto Carvalho, Nuno Eiró e Mónica Jardim e ainda teve direito a uma mensagem de apoio em forma de vídeo de Marcelo Rebelo de Sousa, que explica que a saúde "é uma matéria prioritária para qualquer sociedade". "Portanto, o Presidente da República não pode ser alheio a ela. E o contributo que for dado por cada cidadão, em particular aqueles que têm maior responsabilidade social, só pode ser bem acolhido e apoiado", explica ainda o presidente em vídeo.

"Esta plataforma digital irá promover o meu estilo de vida. Um estilo de vida que assenta no bem-estar e no slow living. A felicidade constrói-se a partir do nosso equilíbrio e da capacidade de apreciar, verdadeiramente, as pequenas coisas que a vida nos oferece. O principal objetivo de Simply Flow é o de poder chegar a todos os portugueses com informações que lhes são úteis sobre saúde, bem-estar, excelência, performance e lifestyle", afirmou Fátima Lopes.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?