Joan Rivers morreu por privação de oxigénio no cérebro

A autópsia realizada ao corpo de Joan Rivers, comediante que morreu em setembro na sequência de um procedimento médico, indica que uma complicação privou o cérebro de oxigénio

O chfe do gabinete de medicina legal de Nova Iorque revelou hoje num comunicado que Joan Rivers morreu de "encefalopatia anóxica devido a hipóxia durante a realização da laringoscopia e endoscopia". Quer isto dizer que a privação de oxigénio no cérebro da comediante lhe provocou danos cerebrais.

A investigação referiu-se à morte como uma "complicação previsível" e concluiu que Joan Rivers decidiu realizar aquele procedimento para perceber as razões de mudanças na sua voz e para lidar com problemas de refluxo gástrico.

Joan Rivers morreu a 4 de setembro, aos 81 anos, no seguimento de um procedimento médico na garganta, realizado a 28 de agosto.

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