Já nasceu a filha de Natalie Portman

É o segundo filho da atriz

Natalie Portman foi já mãe pela segunda vez. A filha da atriz nasceu no passado dia 22 (quatro dias antes da cerimónia dos Óscares), mas só hoje a notícia foi revelada, pelo site americano E! NEws.

A menina, que vai chamar-se Amalia Millepied, é o segundo filho de Portman com o coreógrafo Bejamin Millepied. O casal tem já Aleph, de 5 anos.

Natalie Portman estava este ano nomeada para o Óscar de Melhor Atriz pelo filme Jackie, biografia dramatizada da vida de Jackie Kennedy, mas não compareceu à cerimónia. Na altura, pensou-se que a ausência se prendia apenas com o facto de estar grávida em fim de tempo, mas afinal fica-se agora a saber que já estava a usufruir da presença da sua nova filha.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?

Premium

Adriano Moreira

A crise política da União Europeia

A Guerra de 1914 surgiu numa data em que a Europa era considerada como a "Europa dominadora", e os povos europeus enfrentaram-se animados por um fervor patriótico que a informação orientava para uma intervenção de curto prazo. Quando o armistício foi assinado, em 11 de novembro de 1918, a guerra tinha provocado mais de dez milhões de mortos, um número pesado de mutilados e doentes, a destruição de meios de combate ruinosos em terra, mar e ar, avaliando-se as despesas militares em 961 mil milhões de francos-ouro, sendo impossível avaliar as destruições causadas nos territórios envolvidos.