Ivete Sangalo demite assessor de imprensa

A crise mundial começa a afectar também as estrelas internacionais.

Ivete Sangalo demitiu ontem, terça-feira, dia 9, o seu assessor de imprensa. A trabalhar há nove anos com a rainha da música brasileira, Eduardo Scott tomou conhecimento de que já não fazia mais parte do quadro de funcionários. Tudo por culpa da crise económica que se faz sentir em todo o mundo. “Fui apanhado de surpresa com essa notícia. Ainda não me caiu a ficha. Afinal, foram nove anos de parceria. Acompanho a Ivete desde o começo da sua carreira solo. Segundo o Jesus, que é o presidente da produtora, a crise afectou a empresa e, por isso, teve que me demitir. Perguntei se havia sido esse o motivo ou se teria sido algo pessoal. Ele disse-me que não, que a causa era realmente a crise”, revelou o próprio em declarações ao site Fuxico.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.