Irina Shayk e Bradley Cooper: discussão em público?

No dia em que assumiram publicamente o namoro, a manequim Irina Shayk e o ator Bradley Cooper foram apanhados pelas câmaras a ter o que, aparentemente, seria um discussão

Os torneios de ténis têm o poder de atrair dezenas de celebridades para as suas bancadas. De Wimbledon, o mais antigo e prestigiado da modalidade, não se poderia esperar efeito diferente. Entre algumas caras conhecidas estavam o casal Bradley Cooper e Irina Shayk, ex-namorada do jogador português, Cristiano Ronaldo.

Dentro de campo disputava-se a final de Wimbledon entre o canadiano, Milos Raonic, e o escocês Andrew Murray, que acabou por fazer jus ao favoritismo e derrotar Raonic por três 'sets' a zero, nas parciais de 6/4, 7/6 (3) e 7/6 (2). Isto é o que os fãs de ténis sabem, mas o resultado da partida não é o que mais tem encantado os media sociais. Durante o decorrer do encontro, o ator Bradley Cooper e a modelo Irina Shayk foram apanhados pelas câmaras naquilo que, aparentemente, se poderia chamar um arrufo de namorados. Nas imagens, a expressão de Cooper denuncia uma frase típica do inicio de uma discussão: "o que é que eu fiz agora?".

O momento tem cumprido as delicias da especulação e na linha da frente dos motivos do desentendimento estará a ex-namorada de Bradley Cooper, a modelo Suki Waterhouse. A dar reforço às especulações está a própria Irina Shayk, já que no vídeo é possível ver a modelo a limpar o olho, um gesto de quem se prepara para contar uma lágrima.

Ninguém parece saber ao certo o que se terá passado, mas uma fonte próxima garantiu ao E! News que "eles não estavam a discutir. Está tudo bem". A mesma fonte avançou ainda que o relacionamento está a entrar num campo "mais sério" e Irina já pensa mesmo em "ter filhos nos próximos anos." O futuro o dirá. Para a história fica o bicampeão de Wimbledon, Andrew Murray.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.

Premium

João Gobern

Navegar é preciso. Aventuras e Piqueniques

Uma leitura cruzada, à cata de outras realidades e acontecimentos, deixa-me diante de uma data que, confesso, chega e sobra para impressionar: na próxima semana - mais exatamente a 28 de novembro - cumpre-se meio século sobre a morte de Enid Blyton (1897-1968). Acontece que a controversa escritora inglesa, um daqueles exemplos que justifica a ideia que cabe na expressão "vícios privados, públicas virtudes", foi a minha primeira grande referência na aproximação aos livros. Com a ajuda das circunstâncias, é certo - uma doença, chata e "comprida", obrigou-me a um "repouso" de vários meses, longe da escola, dos recreios e dos amigos nos idos pré-históricos de 1966. Esse "retiro" foi mitigado em duas frentes: a chegada de um televisor para servir o agregado familiar - com direito a escalas militantes e fervorosas no Mundial de Futebol jogado em Inglaterra, mas sobretudo entregue a Eusébio e aos Magriços, e os livros dos Cinco (no original The Famous Five), nada menos do que 21, todos lidos nesse "período de convalescença", de um forma febril - o que, em concreto, nada a tinha que ver com a maleita.

Premium

Henrique Burnay

O momento Trump de Macron

Há uns bons anos atrás, durante uns dias, a quem pesquisasse, no Yahoo ou Google, já não me lembro, por "great French military victories" era sugerido se não quereria antes dizer "great French military defeats". A brincadeira de algum hacker com sentido de ironia histórica foi mais ou menos repetida há dias, só que desta vez pelo presidente dos Estados Unidos, depois de Macron ter dito a frase mais grave que podia dizer sobre a defesa europeia. Ao contrário do hacker de há uns anos, porém, nem o presidente francês nem Donald Trump parecem ter querido fazer humor ou, mais grave, percebido a História e o presente.

Premium

Ruy Castro

Um Vinicius que você não conheceu

Foi em dezembro de 1967 ou janeiro de 1968. Toquei a campainha da casa na Gávea, bairro delicioso do Rio, onde morava Vinicius de Moraes. Vinicius, você sabe: o poeta, o compositor, o letrista, o showman, o diplomata, o boémio, o apaixonado, o homem do mundo. Ia entrevistá-lo para a Manchete, revista em que eu trabalhava. Um empregado me conduziu à sala e mandou esperar. De repente, passaram por mim, vindas lá de dentro, duas estagiárias de jornal ou, talvez, estudantes de jornalismo - lindas de morrer, usando perturbadoras minissaias (era a moda na época), sobraçando livros ou um caderno de anotações, rindo muito, e foram embora. E só então Vinicius apareceu e me disse olá. Vestia a sua tradicional camisa preta, existencialista, de malha, arregaçada nos cotovelos, a calça cor de gelo, os sapatos sem meias - e cheirava a talco ou sabonete, como se tivesse acabado de sair do banho.