David e Victoria Beckham renovam votos de casamento

Juntos há duas décadas, os Beckham renovaram recentemente os votos de casamento. Ex-futebolista revela que a cerimónia foi discreta

São um dos casais mediáticos mais duradouros da sua geração e acabam de renovar os votos de casamento. Quem o confessou foi David Beckham, numa entrevista à rádio britânica Radio 4. "Foi uma cerimónia muito mais privada [do que o dia do casamento, em julho de 1999 na Irlanda]. Tínhamos cerca de seis pessoas connosco, na nossa casa", começou por explicar o ex-futebolista de 41 anos, casado com Victoria Beckham.

Sobre o segredo da relação com a estilista, David acrescentou que se trata de "saber contornar os maus momentos" que surgem, necessariamente, na vida de cada um. "Ambos temos pais fortes. Fomos educados com os valores certos. Claro que cometemos erros ao longo dos anos, e todos sabemos que o casamento é difícil. Mas trata-se de contornar os maus momentos", afirmou David Beckham.

"Estamos juntos porque nos amamos, porque temos quatro filhos maravilhosos. Já passámos por momentos difíceis, mas permanecemos unidos, em família", rematou o ex-futebolista.

O casal, recorde-se, conheceu-se durante um jogo do Manchester United, equipa para a qual David jogava na altura, em 1997. O anúncio do noivado chegou um ano depois e a relação de duas décadas mantém-se até aos dias de hoje. David e a ex-Spice Girl têm quatro filhos: Brooklyn, de 17 anos, Romeo, de 14, Cruz, de 11, e Harper, de cinco.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Legalização do lobbying

No dia 7 de junho foi aprovada, na Assembleia da República, a legalização do lobbying. Esta regulamentação possibilitará a participação dos cidadãos e das empresas nos processos de formação das decisões públicas, algo fundamental num Estado de direito democrático. Além dos efeitos práticos que terá o controlo desta atividade, a aprovação desta lei traz uma mensagem muito importante para a sociedade: a de que também a classe política está empenhada em aumentar a transparência e em restaurar a confiança dos cidadãos no poder político.

Premium

Viriato Soromenho Marques

Erros de um sonhador

Não é um espetáculo bonito ver Vítor Constâncio contagiado pela amnésia que tem vitimado quase todos os responsáveis da banca portuguesa, chamados a prestar declarações no Parlamento. Contudo, parece-me injusto remeter aquele que foi governador do Banco de Portugal (BdP) nos anos críticos de 2000-2010 para o estatuto de cúmplice de Berardo e instrumento da maior teia de corrupção da história portuguesa, que a justiça tenta, arduamente, deslindar.

Premium

João Taborda da Gama

Por que não votam os açorianos?

Nesta semana, os portugueses, a ciência política em geral, e até o mundo no global, foram presenteados com duas ideias revolucionárias. A primeira, da lavra de Rui Rio, foi a de que o número de deputados do Parlamento fosse móvel tendo em conta os votos brancos e nulos. Mais brancos e nulos, menos deputados, uma versão estica-encolhe do método de Hondt. É a mesma ideia dos lugares vazios para brancos e nulos, que alguns populistas defendem para a abstenção. Mas são lugares vazios na mesma, medida em que, vingando a ideia, havia menos pessoas na sala, a não ser que se fizesse no hemiciclo o que se está a fazer com as cadeiras dos comboios da ponte, ou então que nestes anos com mais brancos e nulos, portanto menos deputados, se passasse a reunir na sala do Senado, que é mais pequenina, mais maneirinha. A ideia é absurda. Mas a esquerda não quis ficar para trás neste concurso de ideias eleitorais e, pela voz do presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, chega-nos a ideia de incentivar votos com dinheiro.