Amber Heard acusa Johnny Depp de violência doméstica

A atriz interpôs uma providência cautelar contra o ainda marido, acusando-o de agressões físicas. E entregou foto para prová-lo

Amber Heard está a acusar o ator norte-americano de agressão física, adianta a revista "People". De acordo com a publicação, a atriz interpôs uma providência cautelar contra Johnny Depp. A acompanhar esse pedido, entregue pela advogada Samantha Spector, encontram-se fotografias da atriz com ferimentos alegadamente provocados por Depp.

Heard deu entrada em tribunal com um pedido de divórcio de Depp alegando "diferenças irreconciliáveis". Os documentos foram submetidos na passada segunda-feira e mostram que a atriz de 30 anos indicou o dia 22 de maio (passado domingo) como data da separação. Pediu também para receber uma compensação monetária mensal.

A imagem de Amber Heard alegadamente entregue em tribunal para provar que a atriz foi vítima de agressões por parte de Johnny Depp

O intérprete de Piratas das Caraíbas, de 52 anos, que atua esta sexta-feira à noite no Rock in Rio Lisboa com a sua banda, os The Hollywood Vampires, tem uma fortuna avaliada em 400 milhões de dólares (cerca de 358,7 milhões de euros) e uma ilha privada no arquipélago das Bahamas.

Até ao momento, Johnny Depp não falou sobre o final do seu casamento de 15 meses. "Tendo em conta a curta duração do seu casamento e a morte recente da sua mãe [dias antes da separação de Heard], Johnny não responderá a histórias falsas, rumores, especulações e mentiras acerca da sua vida pessoal. Espera-se que a dissolução do casamento, que foi breve, fique resolvida rapidamente", lê-se no comunicado oficial.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Legalização do lobbying

No dia 7 de junho foi aprovada, na Assembleia da República, a legalização do lobbying. Esta regulamentação possibilitará a participação dos cidadãos e das empresas nos processos de formação das decisões públicas, algo fundamental num Estado de direito democrático. Além dos efeitos práticos que terá o controlo desta atividade, a aprovação desta lei traz uma mensagem muito importante para a sociedade: a de que também a classe política está empenhada em aumentar a transparência e em restaurar a confiança dos cidadãos no poder político.

Premium

Viriato Soromenho Marques

Erros de um sonhador

Não é um espetáculo bonito ver Vítor Constâncio contagiado pela amnésia que tem vitimado quase todos os responsáveis da banca portuguesa, chamados a prestar declarações no Parlamento. Contudo, parece-me injusto remeter aquele que foi governador do Banco de Portugal (BdP) nos anos críticos de 2000-2010 para o estatuto de cúmplice de Berardo e instrumento da maior teia de corrupção da história portuguesa, que a justiça tenta, arduamente, deslindar.

Premium

João Taborda da Gama

Por que não votam os açorianos?

Nesta semana, os portugueses, a ciência política em geral, e até o mundo no global, foram presenteados com duas ideias revolucionárias. A primeira, da lavra de Rui Rio, foi a de que o número de deputados do Parlamento fosse móvel tendo em conta os votos brancos e nulos. Mais brancos e nulos, menos deputados, uma versão estica-encolhe do método de Hondt. É a mesma ideia dos lugares vazios para brancos e nulos, que alguns populistas defendem para a abstenção. Mas são lugares vazios na mesma, medida em que, vingando a ideia, havia menos pessoas na sala, a não ser que se fizesse no hemiciclo o que se está a fazer com as cadeiras dos comboios da ponte, ou então que nestes anos com mais brancos e nulos, portanto menos deputados, se passasse a reunir na sala do Senado, que é mais pequenina, mais maneirinha. A ideia é absurda. Mas a esquerda não quis ficar para trás neste concurso de ideias eleitorais e, pela voz do presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, chega-nos a ideia de incentivar votos com dinheiro.