Fátima Lopes: uma apresentadora solidária

Fátima Lopes é há três anos embaixadora da Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas

A Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas (APCD) lançou esta quarta-feira um kit que permite armazenar o ADN durante 20 anos. Uma ferramenta que permite ajudar na investigação de um desaparecimento, crime ou catástrofe ou simplesmente ser útil para prevenção. Fátima Lopes, embaixadora da associação, esteve na apresentação de "O Meu ADN", que vai estar à venda a partir do dia 1 de junho em várias lojas de uma rede de supermercados, com o preço de 24,90 euros, e explicou que esta é uma temática que sempre a preocupou, principalmente desde que foi mãe.

"Na verdade, a partir do momento em que fui mãe tornei-me muito mais sensível a questões relacionadas com crianças. Depois, sempre mexeu muito comigo o caso do desaparecimento do Rui Pedro. Acompanhei a história desde o início e sempre foi algo que me transtornou muito", frisou, no Comando Geral da Guarda Nacional República, onde decorreu o lançamento, a apresentadora do programa A Tarde é Sua, da TVI. "Quando mais tarde conheci o trabalho da associação presidida pela Patrícia Cipriano, fui eu que me ofereci para ser embaixadora, não houve um convite. Achei que era uma causa que merecia ter visibilidade.

Fátima Lopes considera-se uma pessoa atenta à realidade social e já colaborou em diversas causas e campanhas de solidariedade. Atualmente, para além de embaixadora da APCD, também intervém junto de instituições de deficientes mentais adultos. "Espero passar para os meus filhos [Beatriz, de 16 anos, e Filipe, de sete] este lado humanitário e solidário. Não faço isto para que as pessoas digam 'ai que ela é tão sensível', porque a maior parte das coisas que faço em termos solidários nunca ninguém as sabe. Faço-as porque quero. E conto-as aos meus filhos e explico-lhes porque é que devemos ser solidários", concluiu.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG