Ex-noivo de Uma Thurman acusa atriz de não o deixar ver a filha

Arpad Busson, ex-noivo de Uma Thurman, acusa a atriz de não o deixar ver a filha que têm em comum, Luna, de quatro anos

Arpad Busson, ex-noivo de Uma Thurman, acusou a atriz de não permitir que visite a filha que têm em comum, Altalune Florence, tratada por Luna pelos pais. As acusações foram feitas na terça-feira, numa audiência que decorreu no Supremo Tribunal de Manhattan, em Nova Iorque, em mais um capítulo de uma longa batalha pela custódia da criança de quatro anos, que começou em 2014.

O francês de 53 anos, empresário, começou por referir que tinha pedido para Luna passar as noites com o pai, mas que tal "não foi difícil, foi impossível" e "constantemente negado", cita o britânico Daily Mail. A equipa legal de Busson levantou, então, várias questões sobre a saúde física e mental de Thurman e a respetiva capacidade da atriz para tomar conta da filha.

Peter Bronstein, advogado de Busson, questionou Thurman sobre a quantidade de bebidas alcoólicas consumida mas o juiz Matthew F. Cooper permitiu que Thurman não respondesse, uma vez que o ex-noivo também se recusou a responder ao mesmo. O juiz desvalorizou também as acusações por parte da equipa legal de Busson, depois de Thurman ter garantido que a relação com o álcool não afetava a sua capacidade de cuidar da filha.

Contudo, na audiência anterior, na sexta-feira da semana passada, a psicóloga Sara Weiss declarou que a atriz norte-americana já estivera sob o efeito de medicamentos para a depressão, ansiedade e insónias. A terapeuta, ainda assim, garantiu que Uma não tem problemas psicológicos e que apenas lhe diagnosticou défice de atenção e distúrbio de hiperatividade. A mesma revelou que Busson era um bom pai, que a criança já mostra alguns sinais de ansiedade e que deve ficar com o empresário não mais do que sete dias por mês.

Busson vive em Londres e nas Bahamas e passa algum tempo em Nova Iorque, onde reside Luna, com Uma Thurman. A morada rotativa de Busson foi analisada pelo juiz, que sugeriu, então, que Busson tivesse residência permanente nos EUA, de forma a garantir a estabilidade da criança. No entanto, o empresário não pode estar mais do 120 dias nesse país por razões fiscais.

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