Estilista denuncia plágio em vestido de noiva de Kate

Christine Kendall acusa a casa Alexander McQueen, autora do vestido de noiva de Middleton, de plágio.

Cinco anos depois do casamento real entre o Príncipe William e Kate Middleton, uma estilista britânica acusou agora a casa Alexander McQueen, em particular a sua diretora criativa, Sarah Burton, de ter plagiado o seu modelo de vestido de noiva da Duquesa de Cambridge.

Christine Kendall, dona de um pequeno estúdio de moda em Londres, avança ao The Sunday Times que vai avançar com um processo contra a casa. Ao mesmo jornal, Kendall recorda que enviou vários esboços de vestidos de noiva inspirados na década de 50 para Kate Middleton e que, em janeiro de 2011, um representante da casa real britânica lhe enviou uma carta a explicar que a duquesa estava "muito interessada" nas suas sugestões.

Pouco tempo depois, Middleton optou pela criação de Sarah Burton, da casa Alexander McQueen, que Burton acusa de ser semelhante aos seus esboços. "Esta acusação não é contra a duquesa e não existe nenhuma alegação de transgressão por parte do palácio", frisa o advogado de Kendall.

Um porta-voz de Kate Middleton já veio dizer que a duquesa nunca chegou a ver os esboços da estilista e a casa McQueen refere-se às acusações de Kendall como "ridículas".

Exclusivos

Premium

Nuno Severiano Teixeira

"O soldado Milhões é um símbolo da capacidade heroica" portuguesa

Entrevista a Nuno Severiano Teixeira, professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa e antigo ministro da Defesa. O autor de The Portuguese at War, um livro agora editado exclusivamente em Inglaterra a pedido da Sussex Academic Press, fala da história militar do país e da evolução tremenda das nossas Forças Armadas desde a chegada da democracia.

Premium

Ferreira Fernandes

A angústia de um espanhol no momento do referendo

Fernando Rosales, vou começar a inventá-lo, nasceu em Saucelle, numa margem do rio Douro. Se fosse na outra, seria português. Assim, é espanhol. Prossigo a invenção, verdadeira: era garoto, os seus pais levaram-no de férias a Barcelona. Foram ver um parque. Logo ficou com um daqueles nomes que se transformam no trenó Rosebud das nossas vidas: Parque Güell. Na verdade, saberia só mais tarde, era Barcelona, toda ela.