Donald Trump foi avô pela oitava vez

Ivanka Trump, filha do pré-candidato à presidência dos EUA, foi mãe pela terceira vez este domingo, dia 27

A meio da corrida à Casa Branca, Donald Trump deu as boas-vindas ao seu oitavo neto. Ivanka Trump, de 34 anos, deu à luz um menino, Theodore James, no domingo de Páscoa.

De acordo com a Vanity Fair, Ivanka Trump converteu-se ao judaísmo depois de ter contraído matrimónio com Jared Kushner, com quem tem mais dois filhos, Arabella, cinco anos, e Joseph, dois. Durante uma sessão do Comité das Relações Públicas Americano-israelitas, que se realizou na passada segunda-feira em Washington, Donald Trump afirmou que a sua filha "estava prestes a ter um lindo bebé judeu".

A empresária partilhou uma fotografia na rede social Twitter momentos depois de ter dado à luz o seu terceiro filho. "Bebé Theodore. O meu coração está cheio", escreveu Ivanka Trump.

Donald Trump tem mais sete netos: Kai Madison, Chloe Sophia, Donald John III, Tristan Milos, Spencer Frederick (filhos de Donald Trump Jr.), Arabella Rose e Joseph Frederick (filhos de Ivanka).

Donald Trump não deverá ser o único dos pré-candidatos a ser avô durante a corrida presidencial, que termina em novembro, aquando das eleições. Recorde-se que Chelsea Clinton, filha de Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Casa Branca, anunciou a segunda gravidez em dezembro.

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.