Três funcionárias intoxicadas em escola de Guimarães

Três funcionárias da Escola EB 2,3 João de Meira, em Guimarães, foram transportadas esta tarde ao hospital da cidade depois de se sentirem mal, com náuseas e vómitos. Suspeita de fuga de gás ainda não se confirmou

Os bombeiros voluntários da cidade foram chamados perto das 15.30 e estiveram no local com quatro ambulâncias e oito elementos. Também a Viatura Médica de Emergência e Reanimação do hospital de Guimarães foi enviada para a escola.

As funcionários foram assistidas no local e levadas ao hospital "apenas por precaução" adiantou ao DN fonte dos bombeiros de Guimarães.

Segundo a corporação nenhum aluno teve de receber assistência não tendo existido necessidade também de encerrar o estabelecimento de ensino.

Ao DN, fonte dos bombeiros não confirmou a hipótese avançada durante a tarde de que as funcionárias tinham sofrido uma intoxicação devido a uma fuga de gás.

As três mulheres trabalhavam na cantina da escola e foram levadas à unidade hospitalar por precaução.

O DN tentou contactar o agrupamento de escolas João de Meira mas não o conseguiu. Ao JN, a direção disse que "foram funcionários da cantina e não alunos" que foram levados ao hospital e que não iria prestar "quaisquer outras declarações sobre o assunto".

Ler mais

Exclusivos

Premium

Brexit

"Não penso que Theresa May seja uma mulher muito confiável"

O diretor do gabinete em Bruxelas do think tank Open Europe afirma ao DN que a União Europeia não deve fechar a porta das negociações com o Reino Unido, mas considera que, para tal, Theresa May precisa de ser "mais clara". Vê a possibilidade de travar o Brexit como algo muito remoto, de "hipóteses muito reduzidas", dependente de muitos fatores difíceis de conjugar.

Premium

Pedro Lains

"Gilets jaunes": se querem a globalização, alguma coisa tem de ser feita

Há muito que existe um problema no mundo ocidental que precisa de uma solução. A globalização e o desenvolvimento dos mercados internacionais trazem benefícios, mas esses benefícios tendem a ser distribuídos de forma desigual. Trata-se de um problema bem identificado, com soluções conhecidas, faltando apenas a vontade política para o enfrentar. Essa vontade está em franco desenvolvimento e esperemos que os recentes acontecimentos em França sejam mais uma contribuição importante.