Mais de 50 concelhos de 10 distritos em risco máximo

Todos os distritos do continente têm concelhos com risco muito elevado e elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Mais de 50 concelhos de 10 distritos de Portugal continental apresentam esta terça-feira risco máximo de incêndio, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em risco máximo de incêndio estão concelhos dos distritos de Faro, Beja, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Coimbra, Guarda, Viseu, Aveiro e Bragança.

O IPMA colocou ainda vários concelhos de todos os distritos de Portugal continental em risco muito elevado e elevado de incêndio.

Este risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo o elevado o terceiro nível mais grave.

Os cálculos para este risco são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para hoje céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade nas regiões Centro e Sul até ao meio da manhã e durante a tarde na região Norte, em especial no interior.

Está também previsto vento moderado de norte/noroeste, soprando moderado a forte no litoral oeste, com rajadas até 70/80 quilómetros por hora a partir do meio da manhã e até final da tarde, em especial a sul do Cabo Mondego.

Nas terras altas, o vento será forte de norte/noroeste, com rajadas até 70/80 quilómetros por hora, rodando para nordeste no final do dia.

A previsão aponta ainda uma pequena descida da temperatura mínima no interior e descida da temperatura máxima no interior e na região sul.

As temperaturas mínimas no continente vão oscilar entre os 08 graus Celsius (na Guarda) e os 17 (em Faro) e as máximas entre os 19 graus (na Guarda) e os 28 graus (Faro).

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.