Intrusos no Metro de Lisboa: do saguim aos 'grafitters'

Mesmo com o metro encerrado, há 'graffiters' que conseguem entrar nas galerias. Os animais são também uma dor de cabeça para o pessoal da manutenção

Há intrusos nas galerias do Metropolitano de Lisboa. Os humanos entram à noite e agem fora dos olhares das "toupeiras". Grafitam as paredes dos túneis escuros e as carruagens estacionadas nos términos. Os responsáveis pensam que entram pelos términos exteriores ou até pelo sistema de ventilação.

Mas há outros intrusos, como os cães e gatos que quando são detetados obrigam à intervenção dos homens da manutenção da via férrea para serem capturados - à noite são os homens que estão a trabalhar nas galerias que os apanham, de dia entra em ação o piquete.

Em 2005, foi detetado um intruso diferente no Colégio Militar: um saguim que andou a brincar às escondidas na rede do Metropolitano - mais ou menos entre as nove e as dez da manhã - e só foi apanhado no Marquês de Pombal, obrigando as composições a andar mais devagar. o animal foi entregue à câmara, veio depois a saber-se que fugira do Jardim Zoológico de Lisboa.

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.