Guarda, Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo de incêndio

As temperaturas máximas vão variar entre os 24 graus, em Aveiro, e os 37 em Beja.

Vários concelhos de quatro distritos de Portugal Continental, apresentam hoje risco máximo de incêndio, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Segundo informação disponibilizada no 'site' do IPMA, em risco máximo de incêndio estão concelhos dos distritos da Guarda, Castelo Branco, Portalegre e Faro.

O IPMA colocou também em risco elevado e muito elevado concelhos dos distritos de Beja, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Leiria, Coimbra, Guarda, Viseu, Aveiro, Vila Real, Bragança, Porto, Braga e Viana do Castelo.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre o "reduzido" e o "máximo".

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo e uma pequena subida da temperatura máxima nas regiões Norte e Centro e uma pequena descida da mínima na região Sul.

De acordo com as previsões do IPMA, hoje o vento deverá soprar em geral fraco do quadrante norte, soprando moderado no litoral oeste, em especial durante a tarde, e nas terras altas até meio da manhã.

As temperaturas mínimas no continente vão variar entre os 13 graus centígrados, em Bragança, e os 22, em Faro e Portalegre. Já as máximas variam entre os 24 graus, em Aveiro, e os 37 em Beja.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Catarina Carvalho

Assunto poucochinho ou talvez não

Nos rankings das escolas que publicamos hoje há um número que chama especialmente a atenção: as raparigas são melhores do que os rapazes em 13 das 16 disciplinas avaliadas. Ou seja, não há nenhum problema com as raparigas. O que é um alívio - porque a avaliar pelo percurso de vida das mulheres portuguesas, poder-se-ia pensar que sim, elas têm um problema. Apenas 7% atingem lugares de topo, executivos. Apenas 12% estão em conselhos de administração de empresas cotadas em bolsa - o número cresce para uns míseros 14% em empresas do PSI20. Apenas 7,5% das presidências de câmara são mulheres.

Premium

Adolfo Mesquita Nunes

Quando não podemos usar o argumento das trincheiras

A discussão pública das questões fraturantes (uso a expressão por comodidade; noutra oportunidade explicarei porque me parece equívoca) tende não só a ser apresentada como uma questão de progresso, como se de um lado estivesse o futuro e do outro o passado, mas também como uma questão de civilização, de ética, como se de um lado estivesse a razão e do outro a degenerescência, de tal forma que elas são analisadas quase em pacote, como se fosse inevitável ser a favor ou contra todas de uma vez. Nesse sentido, na discussão pública, elas aparecem como questões de fácil tomada de posição, por mais complexo que seja o assunto: em questões éticas, civilizacionais, quem pode ter dúvidas? Os termos dessa discussão vão ao ponto de se fazer juízos de valor sobre quem está do outro lado, ou sobre as pessoas com quem nos damos: como pode alguém dar-se com pessoas que não defendem aquilo, ou que estão contra isto? Isto vale para os dois lados e eu sou testemunha delas em várias ocasiões.