Disputa entre dois rapazes acabou em rixa que envolveu mais de 100 pessoas

Confrontos aconteceram nesta quinta-feira na praia de Carcavelos.

A troca de agressões entre dois rapazes, nesta quinta-feira, na praia de Carcavelos, resultou numa rixa que envolveu mais de cem pessoas e que obrigou à intervenção da PSP. Segundo a SIC Notícias, não houve registo de feridos nem detenções.

Vários vídeos foram publicados nas redes sociais e mostram o momento da agressão inicial, que envolveu quatro rapazes - três deles a agredir o quarto - que acaba por conseguir fugir.

Francisco Alves, subintendente da Polícia de Segurança Pública, confirmou ao canal informativo que as agressões começaram com o desentendimento entre dois indivíduos, e que, depois, outros vieram ajudar o amigo. As agressões acabaram por envolver mais de cem pessoas, de dois grupos.

Não houve detenções, nem identificações, nem registo de feridos ou qualquer queixa referente ao incidente, segundo o Comando Metropolitano da PSP de Lisboa.

A PSP de Oeiras e Cascais foi obrigada a pedir reforços para a praia de Carcavelos e, com a chegada de mais agentes, os dois grupos acabaram por dispersar.

Exclusivos

Premium

Ferreira Fernandes

"Corta!", dizem os Diáconos Remédios da vida

É muito irónico Plácido Domingo já não cantar a 6 de setembro na Ópera de São Francisco. Nove mulheres, todas adultas, todas livres, acusaram-no agora de assédios antigos, quando já elas eram todas maiores e livres. Não houve nenhuma acusação, nem judicial nem policial, só uma afirmação em tom de denúncia. O tenor lançou-lhes o seu maior charme, a voz, acrescida de ter acontecido quando ele era mais magro e ter menos cãs na barba - só isso, e que já é muito (e digo de longe, ouvido e visto da plateia) -, lançou, foi aceite por umas senhoras, recusado por outras, mas agora com todas a revelar ter havido em cada caso uma pressão por parte dele. O âmago do assunto é no fundo uma das constantes, a maior delas, daquilo que as óperas falam: o amor (em todas as suas vertentes).

Premium

Crónica de Televisão

Os índices dos níveis da cadência da normalidade

À medida que o primeiro dia da crise energética se aproximava, várias dúvidas assaltavam o espírito de todos os portugueses. Os canais de notícias continuariam a ter meios para fazer directos em estações de serviço semidesertas? Os circuitos de distribuição de vox pop seriam afectados? A língua portuguesa resistiria ao ataque concertado de dezenas de repórteres exaustos - a misturar metáforas, mutilar lugares-comuns ou a começar cada frase com a palavra "efectivamente"?