Aprovado financiamento para centro de saúde de Vila Franca de Xira

Construção de Unidade de Saúde Familiar foi aprovada no seguimento de um protocolo entre a câmara e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo para combater a "dimensão insuficiente e degradação das atuais instalações". Fundos comunitários preveem ainda a criação de um sistema de recolha seletiva de resíduos na autarquia.

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira obteve financiamento comunitário para a construção da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Vialonga. Também para a implementação de um sistema de recolha seletiva de resíduos, informou a autarquia.

A verba total para a concretização dos dois projetos é de cerca de 1,8 milhões de euros, mas, devido ao financiamento comunitário, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, irá ficar responsável por um investimento de cerca de 564 mil euros, explica a autarquia, em comunicado.

A USF de Vialonga decorre de um protocolo de cooperação celebrado em 2017 entre o município e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), representando um investimento total de cerca de 827 mil euros.

"A construção desta unidade permitirá dotar a freguesia de Vialonga com as adequadas condições para a prestação de cuidados de saúde, resolvendo problemas de dimensão insuficiente e de degradação das atuais instalações, bem como de acessibilidades e estacionamento"

Ao abrigo do Programa Operacional Regional (POR) de Lisboa 2014-2020, o projeto terá uma comparticipação de cerca de 413 mil euros, para adaptação do edifício conhecido por "Ninho de Empresas". "A construção desta unidade permitirá dotar a freguesia de Vialonga com as adequadas condições para a prestação de cuidados de saúde, resolvendo problemas de dimensão insuficiente e de degradação das atuais instalações, bem como de acessibilidades e estacionamento", explica a nota da autarquia.

Prevê-se que a obra tenha início ainda este ano e seja concluída no final de 2020.

Por outro lado, o município ribatejano viu também aprovada uma candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no uso de Recursos (POSEUR) para a implementação de um sistema de recolha seletiva de biorresíduos.

Este projeto "permitirá fazer a recolha de resíduos de uma forma mais amiga do ambiente e mais eficiente, de acordo com a hierarquia da gestão de resíduos e com os princípios inerentes à economia circular", explica a nota da autarquia.

O sistema vai abranger todo o concelho, mas incidirá, sobretudo, nas zonas residenciais, cantinas escolares, restaurantes, mercados municipais e frutarias, prevendo-se que haja capacidade para recolher de forma seletiva 2750 toneladas de resíduos urbanos biodegradáveis por ano.

O investimento global para a implementação deste sistema é de perto de um milhão de euros, sendo comparticipado pelo fundo de coesão em cerca de 848 mil euros.

A implementação do projeto irá iniciar-se no final de 2019, estando concluído até 2021.