Esclarecimento à notícia "PSD vai aprovar torre de 60 m na Almirante Reis".

Exmo. Senhor Diretor,

Ao abrigo do direito de resposta e de retificação, previsto nos artigos 24 e seguintes da lei nº 2/99, de 13 de janeiro, e no artigo 67º da Lei nº 27/2007, de 30 de Julho, o Fundo de Investimento Imobiliário Sete Colinas solicita a publicação do seguinte esclarecimento/retificação à notícia publicada na edição online do Diário de Notícias a 07/05/2019, assinada por Ricardo J. Rodrigues, com o título "Lisboa: PSD vai aprovar torre de 60 metros na Almirante Reis".

O Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Sete Colinas clarifica que não tem qualquer relação, direta ou indireta, com o negócio mencionado no parágrafo "O Sete Colinas investiu recentemente 120 milhões de euros na nova Torre de Picoas - que se viu envolta em polémica depois de o antigo vereador da Mobilidade, Nunes da silva, acusar Manuel Salgado, vereador do urbanismo da CML, de rejeitar quaisquer projetos naqueles terrenos por violarem o PDM - mas aceitá-los quando a propriedade passou para as mãos do BES - gerido por Ricardo Salgado, de quem o vereador é primo", não estando de qualquer forma ligado ao negócio da torre de escritórios na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, conhecida como "Torres de Picoas".

Esclarecemos ainda que o Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Sete Colinas não é um fundo de investimento alemão. É um fundo de investimento imobiliário português, gerido por uma sociedade gestora portuguesa sujeita a supervisão da CMVM, que tem como único investidor uma Caixa de Previdência de profissionais individuais de um país da União Europeia.

Com os melhores cumprimentos,

Pedro Silveira Sáragga Leal

Procurador da Silvip (Entidade Gestora do Fundo Sete Colinas) e Gestor do Fundo Sete Colinas

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