Onde está Marcelo?

A tarde estava tranquila. Um grupo de gente que se entusiasmara a falar sobre as Aldeias do Xisto durante a manhã no Museu
de Arte Popular, em Lisboa, aconchegara o estômago no restaurante do lado, e preparava-se para as conferências da tarde.

Regressavam ao museu e no átrio ecoavam vozes, trocavam-se apertos de mão, cartões-de-visita, conversas regadas com entusiasmo. E eis que o local é atravessado por um foguete. Uma seta. E quando os olhares conseguem fixar-se dizem, mais ou
menos baixinho, "é o Marcelo!". Logo as funcionárias do museu, das poucas que sabiam da presença do Presidente da República na sala da Exposição Agricultura Lusitana, tomaram posições para uma selfie - enquanto todos os outros se recompunham daquela presença não agendada (de tal maneira que nem o presidente da ADXTUR, que organizava o seminário Visões para o Futuro das Aldeias do Xisto, marcaria presença em tempo útil para apertar a mão ao
Presidente da República).

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