Premium Morreu um cidadão de bem

A última segunda-feira foi o dia em que Jair Bolsonaro demitiu finalmente o ministro da Educação Ricardo Vélez, autor de pérolas ao longo do seu curto consulado como "o brasileiro, viajando, é um canibal, rouba coisas dos hotéis, rouba o assento salva-vidas do avião, ele acha que sai de casa e pode carregar tudo, esse é o tipo de coisa que tem de ser revertido na escola", em desabafo à revista Veja.

E ideólogo da decisão de mandar as escolas tocar o hino, saudar a bandeira, ler uma mensagem como "o Brasil acima de tudo, Deus acima de todos", lema de campanha de Bolsonaro como remate, e ainda filmar a cena. Se tocar o hino e saudar a bandeira são apenas resquícios de um patriotismo com cheiro a mofo, as duas recomendações seguintes, ler o slogan e filmar as crianças, são mesmo ilegais.

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