Premium Na minha rua não havia árbitros nem VAR: só bom-senso

1. O maior trauma da minha vida desportiva aconteceu no liceu por causa de um árbitro. Jogava-se a final de futebol de inter-turmas do 8º ano. Nesse ano a minha turma estava repleta de repetentes - altos e bons jogadores. Só arranjei uma maneira de fazer parte dos cinco jogadores titulares: ser o guarda-redes. E funcionou. Ganhamos todos os jogos das eliminatórias até chegarmos à final, no último dia de aulas. Apoteose no liceu. A escola toda em volta do parque de jogos do Rodrigues de Freitas, no Porto. E aquela final do 8º ano era um dos pontos altos da manhã.

Tudo tranquilo, éramos a melhor equipa da escola nesse ano. Mesmo assim, o jogo era difícil e chegamos a zero ao intervalo. Só no início da segunda parte marcamos um golo. Que chegava. E o tempo ia passando. Até que...

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