Premium Os grandes erros da história

O conhecido escritor Bill Fawcett, que viu traduzido para português (Clube do Autor, SA) o livro que intitulou Os 100 Grandes Erros da História, fez um agradecimento especial a Tom Colgan por, afirma, "me ter possibilitado o divertimento de escrever este livro". Mas parece logo corrigir quando acrescenta que "a verdadeira dedicatória devesse ser oferecida aos milhões de homens, mulheres, crianças, soldados, aviadores e mesmo animais que pagaram um preço tão elevado pelos erros dos outros desde o começo da nossa história, incluindo talvez uma desculpa aos que virão depois dos erros agora cometidos e que eles algum dia terão de pagar".

Este acrescentamento seria talvez mais eficaz se a referência ao "divertimento" pudesse ter sido eliminada ou substituída, porque o que tem de pedagogia para contrariar a leviandade dos responsáveis políticos ficaria fortalecida. Basta termos de reconhecer que, se o livro fosse escrito hoje, tendo passado apenas uns oito anos, o número da colheita seria muito acrescentado. Sobretudo porque a já antiga afirmação de que o que chamamos "terceiro mundo" considera os ocidentais os maiores agressores dos tempos modernos, e o tempo não chegou para meditar e corrigir, até onde possível, as memórias que incendeiam as suas reações presentes.

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Estou a torcer por Rio apesar do teimoso Rui

Meu Deus, eu, de esquerda, e só me faltava esta: sofrer pelo PSD... É um problema que se agrava. Antigamente confrontava-me com a fria ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, e agora vejo a clarividente e humana comentadora Manuela Ferreira Leite... Pacheco Pereira, um herói na cruzada anti-Sócrates, a voz mais clarividente sobre a tragédia da troika passista... tornou-se uma bússola! Quanto não desejei que Rangel tivesse ganho a Passos naquele congresso trágico para o país?!... Pudesse eu escolher para líder a seguir a Rio, apostava tudo em Moreira da Silva ou José Eduardo Martins... O PSD tomou conta dos meus pesadelos! Precisarei de ajuda...?

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Escapar à Síria para voltar à Arménia de onde os avós fugiram

Em 1915, no Império Otomano, tiveram início os acontecimentos que ficariam conhecidos como o genocídio arménio. Ainda hoje as duas nações continuam de costas voltadas, em grande parte porque a Turquia não reconhece que tenha havido uma matança sistemática. Muitas famílias procuraram então refúgio na Síria. Agora, devido à guerra civil que começou em 2011, os netos daqueles que fugiram voltam a deixar tudo para trás.