Costa anunciou a boa nova: Libertação total do país, tal como no 25 de Abril

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou a libertação total do país, para o final deste verão, ou seja, o fim da pandemia, com o cessar completo das restrições. A alegria que vai na alma dos portugueses só pode ser comparável à do 25 de Abril, quando a libertação, embora por outros motivos, foi também total.

As pessoas estavam extremamente saturadas da pandemia, tal como da ditadura, e o alívio é tão grande, que se torna difícil de descrever.

Como diz o nosso povo - a sabedoria popular é a mãe de todas as sabedorias -, não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe.

Excetuando um ou outro erro - em matéria totalmente desconhecida até agora e sobretudo de enorme complexidade seria impossível não errar -, o primeiro-ministro e a ministra da Saúde geriram bem todo este processo, que vai ter um epílogo feliz.

A cooperação institucional com Marcelo foi uma constante, tendo mesmo o nosso Presidente afirmado que no combate à pandemia não podia haver divergência ao mais alto nível.

Os profissionais da Saúde, com o SNS, tiveram um desempenho notável. A sua dedicação e competência foram uma bofetada de luva branca nos que ousam levianamente contestar a eficácia do Serviço Nacional de Saúde, uma das maiores conquistas do 25 de Abril.

A direita, ao longo do sofrimento coletivo, tentou enfatizar, dramatizar e empolar ainda mais a pandemia, com o intuito claro de derrubar Costa e o seu Governo, mas os planos saíram-lhe furados.

Infelizmente, não faltou quem praticasse a política da terra queimada - quanto pior melhor! O objetivo era claro: afetar a imagem do primeiro-ministro, tentando denegri-la, ao transmitir a ideia falsa de que Costa não era capaz de debelar o mal que nos afligia.

À beira das eleições autárquicas, o primeiro-ministro, em vez de remodelar o Governo, como a direita queria, nomeadamente os comentadores, optou por remodelar a pandemia, se a ironia me é permitida. E foi uma opção sem dúvida bastante benéfica para os portugueses. Ficámos todos a ganhar muito mais do que com a eventual saída de Eduardo Cabrita e outros, porventura.

Vencida a pandemia, falta agora recuperar o país e cuidar do futuro. Tem a palavra o PRR. Fomos os primeiros a apresentá-lo e queremos ser também os primeiros a executá-lo. Oxalá assim seja.

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