Terrários de encantos mil

Texto de Filomena Abreu Foi há quatro anos mas é como se tivesse sido hoje. Francisca Almeida entrou numa loja do Porto e ficou “deslumbrada”. Não resistiu e acabou por levar um dos muitos terrários que viu. O impulso da compra deveu-se às recordações de criança, em que, debruçada sobre a banca, “esperava que o feijão vermelho brotasse do algodão em rama”. Há nesse exercício de memória a descoberta de “um amor e carinho pelas plantas” que nem ela sabe explicar. Por isso, naquele dia, foi como se um príncipe encantado lhe tivesse aparecido à frente. Bom, talvez não fosse […]

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