Tiques: quando o corpo ganha vida própria

Texto de Sofia Teixeira O piscar de olhos e o franzir de nariz de Tomás começou pelos 11 anos, em situações pontuais, quando ficava nervoso. Depois houve um dia em que, num momento de maior stresse, foi como se tivesse sido ligado um interruptor que ninguém conseguia desligar. “Era assustador e aflitivo. Os olhos e o nariz não paravam quietos, fazia aqueles movimentos de dez em dez segundos”, conta Maria Machado (nome fictício), madrinha e uma das principais cuidadoras. Tomás iniciou consultas de neuropediatria e fez terapia cognitivo-comportamental. Conseguiu manter um bom desempenho escolar e nunca se sentiu excluído ou […]

Para saber mais clique aqui: www.noticiasmagazine.pt

Exclusivos