Surfar em terra como no mar

Quem teima que o surf só se faz na água é porque não conhece as pranchas para surf no asfalto de Ricardo Marques. Não, não são skates comuns - não havia nada assim no mercado. Além de que estes são de cortiça, sustentáveis, amigos do ambiente. A Bio Boards ainda vai andar a correr mundo.

Os imprevistos costumam ser a parte mais saborosa das histórias e a de Ricardo Marques não é diferente. Estava no Rio de janeiro em 2013, a fazer a tese na Pontifícia Universidade Católica como estudante de Erasmus, sol e ondas e planos para o futuro. Mais um pouco e seria engenheiro do ambiente pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, mas e depois? Que perspetivas teria em Portugal? Ia poder trabalhar para salvar o mundo? E, tão importante como isso, sobrar-lhe-ia tempo para surfar? Era um homem de duas paixões, ambiente e pranchas. Não queria abdicar de nenhuma - não conseguiria. E se encontrasse uma forma de cruzá-las, fosse lá como fosse? E se fizesse o que ainda ninguém tinha feito? E se?

«Andava pelo Rio e via multidões de skate e a surfar, um alvoroço impressionante», conta Ricardo, 29 anos, praticante de ambas as modalidades desde os 9.

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