Esta noite mudou a hora

Não, não é só atrasar os ponteiros e pronto. A mudança da hora afeta também os nossos relógios internos, influenciando o apetite, o sono, a energia e muitos outros aspetos fisiológicos. É o inverno a chegar.

Tentando esquecer o escuro lá fora, Cátia Marques levanta-se e suspira. Trata de si, do pequeno-almoço, das marmitas, do biberão, da roupa, dos brinquedos espalhados, decidida a abrir os olhos. Às dez para as 07h00, sem mais tempo para ceder sem se atrasar, levanta o filho de dois anos, dá-lhe o leite, agasalha-o bem, leva-o ao infantário, segue para o trabalho. «Estava desejosa que a hora de inverno chegasse na madrugada de hoje. Agora o meu cérebro vai ter de aceitar que é dia sem eu precisar de repeti-lo na minha cabeça», diz. Atrasou os relógios de casa uma hora sem dramas, não porque lhe agrade voltar já de noite - parece que o tempo não rende tanto -, mas por lhe custar menos isso do que sair sem manhã. Apesar das neuras inevitáveis em dias tão curtos.

«A diminuição das temperaturas e da exposição solar representa um desafio por tender a gerar alterações físicas e mentais», alerta a psicóloga clínica Filipa Jardim Silva, da Oficina de Psicologia.

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