"Não sou calculista. Nunca fiz nada a pensar no soundbite"

Entrevista a Constança Urbano de Sousa, ex-ministra da Administração Interna

No bar da Universidade Autónoma de Lisboa fazem-se as primeiras apresentações em frente de uma chávena de café, um dos vários que Constança Urbano de Sousa toma por dia. O ambiente leva-nos a Coimbra dos anos 1980, ao curso superior, e a Vila do Conde, a cidade onde faz a primária e o secundário, depois duma primeira infância saltimbanca. No pátio da universidade ninguém estranha o aparato para a fotografia, nem a câmara de filmar.

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.