Trump diz que o reforço das Forças Armadas serve para manter a paz. Ou ganhar a guerra

Presidente norte americano visitou o moderno porta-aviões de propulsão nuclear "Gerald R. Ford"

O Presidente norte-americano, Donald Trump, assegurou hoje que vai dotar com os recursos necessários as Forças Armadas dos Estados Unidos para que mantenham a paz e, em caso de guerra, "para ganhar".

"Vamos dar às nossas Forças Armadas as ferramentas necessárias para prevenir a guerra e, em caso necessário, lutar em guerra com o fim de ganhar", disse Donald Trump, num discurso a bordo do porta-aviões de propulsão nuclear "Gerald R. Ford", nos estaleiros de Newport News, Virgínia.

Donald Trump utilizou o cenário do mais moderno porta-aviões da frota marítima norte-americana, que será lançado este ano ao mar, para apresentar, sem dar detalhes, o seu plano para o "grande ressurgimento" militar dos Estados Unidos.

A intervenção do Presidente ocorreu depois de na segunda-feira a Casa Branca anunciar que pediu ao Congresso um aumento do orçamento militar para o próximo ano fiscal de 10%, o equivalente a 54.000 milhões de dólares (cerca de 51.000 milhões de euros), com o objetivo de aumentar o número de tropas e arsenal.

"Os navios norte-americanos navegarão os mares. Os aviões norte-americanos riscarão os céus e os trabalhadores norte-americanos construirão as nossas frotas", assegurou Donald Trump em frente aos militares e trabalhadores do estaleiro que construíram o porta-aviões "Gerald R. Ford", uma fortaleza flutuante que custou cerca de 13.000 milhões de dólares (cerca de 12.300 milhões de euros).

O Presidente disse que vai negociar preços mais baixos para o armamento, aviões e navios de guerra com o objetivo de aumentar o arsenal norte-americano a níveis históricos para um tempo de paz.

Entre outras coisas, Donald Trump prometeu que os Estados Unidos vão ter 12 porta-aviões, em relação aos 10 atuais.

O Presidente salientou também que o "Gerald R. Ford", com uma tripulação de 4.000 marinheiros, vai ajudar a "projetar poder em terras distantes".

"Esperemos que não o tenhamos que usar, porque se o fizermos, (os inimigos) terão um problema", acrescentou.

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