Obama: tiroteio na Califórnia pode ter sido um ato de terrorismo

Sem certezas, Obama não exclui a hipótese de terrorismo, mas pede calma. Fontes do FBI dizem que um dos atiradores mantinha contacto com terroristas internacionais

O presidente dos Estados Unidos afirmou que é possível que o tiroteio na Califórnia em que morreram 14 pessoas tenha sido um ato terrorista, mas que ainda é cedo para confirmar.

"É possível que seja um ato relacionado com terrorismo, mas não sabemos", afirmou Barack Obama, quando falava aos jornalistas na Sala Oval da Casa Branca. O presidente admitiu que vários motivos podem ter estado na origem do tiroteio, e que pode até ter sido algum conflito relacionado com o ambiente de trabalho.

Segundo uma fonte do FBI, citada pela CNN, Syed Rizwan Farook, mantinha contacto telefónico e pelas redes sociais com terroristas internacionais que estavam a ser investigados pelas autoridades norte-americanas. Outra fonte, também do FBI, declarou que Farook tinha sido radicalizado.

Obama pede à população para não tirar conclusões precipitadas e para ter calma. "Não sabemos porque o fizeram. Neste momento não sabemos quais eram os seus planos", continua. Por ordem do presidente, as bandeiras dos Estados Unidos vão estar em meia haste na segunda-feira em todos os edifícios públicos, institucionais e das forças militares em memória das 14 vítimas do tiroteio.

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