Fotografia da campanha de Orly Levy-Abekasis, líder do partido feminista Gesher.
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Mulheres em retrocesso em Israel?

Na política como na sociedade em geral, a igualdade de género é posta em causa pelos ultra-ortodoxos. Há um novo partido que pode fazer a diferença.

Em Israel há o risco de nas eleições de terça-feira serem eleitas menos deputadas do que as existentes. Na legislatura cessante há 35 parlamentares mulheres em 120 lugares no Knesset. Quem o diz é a autarca da cidade de Haifa. "É preocupante que possa haver menos mulheres no novo Parlamento porque os partidos escolheram menos candidatas e em piores lugares das listas. Penso que Israel está em retrocesso e em muitos aspetos", comenta Eynat Kalish-Rotem em entrevista ao El País.

No que respeita aos direitos das mulheres, o país é uma referência para a região. A declaração de independência de Israel concede "a todos os habitantes de Israel igualdade de direitos sociais e políticos, independentemente da religião, raça ou género". Três anos depois, em 1951, o país aprovou legislação na qual garante às mulheres o direito de viver com dignidade, concedendo igualdade no trabalho, na educação, na saúde e na assistência social.

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